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Histórico

Publicado: Quarta, 28 de Setembro de 2016, 18h20 | Última atualização em Sexta, 16 de Dezembro de 2016, 15h50
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A Biblioteca do Observatório Nacional iniciou a sua história em uma pequena parte do prédio da Escola Militar em 1826, situado no Largo de São Francisco (RJ); primeira sede do Imperial Observatório do Rio de Janeiro.

O Observatório desligou-se definitivamente da Escola Central (a sucessora da Escola Militar) em 1871 e transferiu-se para uma velha igreja jesuíta inacabada no Morro do Castelo mas devido a precariedade das instalações na sede do então Imperial Observatório, reformas se faziam necessárias e urgentes. Infelizmente, não foram realizadas e, em consequência, muitos documentos científicos e administrativos, livros e outras publicações foram perdidos devido à ação do tempo, da umidade e dos insetos.

Mesmo enfrentando dificuldades, a Biblioteca do Observatório Nacional continuou a crescer, recebendo doações diversas e, ocasionalmente, alguma compra de livros. Ao final do século XIX, o diretor Luiz Cruls conseguiu contratar os primeiros funcionários, especialmente destinados à organização e conservação da biblioteca. Em 1910, a construção de uma nova sede foi autorizada pelo Ministério da Agricultura, desta vez no bairro de São Cristóvão. Em 1916, porém, as obras continuavam bastante atrasadas. Como a situação da Biblioteca era grave, o então diretor Henrique Morize, decidiu transferir, provisoriamente, o acervo para um prédio alugado na Rua General José Cristino, em São Cristóvão, próximo à nova sede em construção.

Finalmente, em 1922, a Biblioteca ocupou o seu lugar na nova sede, aí permanecendo por 60 anos, quando novamente, foi transferida para uma construção mais nova: o Pavilhão Emmanuel Liais, no mesmo campus, permanecendo até os dias atuais.

Atualmente, ocupa um dos andares do pavilhão Emmanuel Liais e detém um acervo especializado nas áreas de astronomia, geofísica, metrologia e ciências correlatas de valor inestimável: cerca de 16 mil livros, 400 títulos de periódicos (84 correntes), teses, obras de referência, entre outras publicações.


Em sua seção de obras raras, abriga cerca de 2 mil volumes, incluindo aproximadamente 600 fotografias e 300 negativos em vidro. Grande parte desse material remonta ao século XIX, encontrando-se, no entanto, livros do século XVIII.

A obra mais antiga dessa seção é do ano de 1741, um tratado de relojoaria em francês, Traité de L'Horlogerie Méchanique et Pratique, 2 vs., Paris, chez Charles Moette, da autoria de Thiout. No que concerne à astronomia, o livro mais antigo é um tratado, também em francês, sobre cometas de 1761 da autoria de Abbé de la Caille: Leçons Élémentaires d'Astronomie Géométrique et Physique, Paris, chez H. L. Guenin & L. F. Delatour.

Desde 2004, disponibiliza na página oficial do ON, a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais do Observatório Nacional (www.on.br) que consiste na reprodução em meio eletrônico do acervo raro, visando a sua preservação e disseminação. Especificamente, na primeira etapa, foram selecionados 8 títulos, com um total de 13 volumes e 16 mapas referentes a Comissão de Estudos da Nova Capital da União, 1894. |Foram priorizadas algumas obras produzidas pelo Observatório Nacional e por pesquisadores que foram diretores da instituição no século XIX, tais como: Revista do |Observatório Nacional, voltada para divulgação científica, publicada entre os anos de 1886 e 1891 e os Annales de L'Observatoire Imperial de Rio de Janeiro, 1882-1889.

 

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