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30 anos da imagem da Terra vista do espaço: evento do ON debate a astronomia e os cuidados com o único planeta onde podemos viver

Publicado: Sexta, 07 de Fevereiro de 2020, 13h35 | Última atualização em Quarta, 12 de Fevereiro de 2020, 14h46

No dia 14 de fevereiro de 1990, a sonda Voyager 1, da NASA (Agência Espacial Americana), registrou uma imagem da Terra a uma distância aproximada 6 bilhões de quilômetros. Na fotografia, o planeta que habitamos é visto como um pequeno ponto azul pálido no espaço – o Pale Blue Dot. A imagem integrava uma série chamada Family Portrait, com diversos registros do Sistema Solar.

A imagem é bastante simbólica porque mostra, pela primeira, em imagem real, a perspectiva astronômica da Terra. Um ponto pequeno no espaço infinito. Este ano, para celebrar os 30 anos desta icônica fotografia, a União Astronômica Internacional (IAU) incentiva a promoção de ações visando à reflexão sobre a fragilidade da Terra e para a necessidade de um cuidado especial e atento à nossa casa.

Assim, em consonância a este chamado da IAU e à preocupação com o único planeta ainda encontrado com condições viáveis para a vida humana, o Observatório Nacional realiza o evento “Olhando para nossa casa: 30 anos do 'Pálido Ponto Azul'”, no dia 15 de fevereiro, sábado, no auditório do ON.

O astrônomo Jorge Marcio Carvano, chefe da Divisão de Pós-Graduação do ON, falará sobre a missão Voyager e a importância desta imagem. A astrônoma Daniela Lazzaro, pesquisadora do ON e vice-presidente da IAU, mediará a mesa-redonda “Astronomia para uma Cidadania Global”, destacando como esta ciência pode contribuir para lidar com os desafios globais da atualidade, como as mudanças climáticas, discussão bastante necessária levando em conta a preservação do nosso único lar possível. A mesa-redonda conta com a participação de Mauro Meirelles de Oliveira Santos, especialista em Emissões de Gases de Efeito Estufa (MCTIC e PNUD), e Sergio Besserman Vianna, especialista em Desenvolvimento Econômico Sustentável, História do Aquecimento Global e de Mudanças Climáticas, ex-presidente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. 

Para motivar o debate, será exibido o episódio final da série Cosmos, de 2014, “Sem medo do escuro”. O evento é gratuito e aberto ao público.

No dia 15, também acontece o primeiro Sábado Astronômico de 2020, em ritmo de Carnaval. A partir das 18h, haverá observação do céu, mediada por astrônomos do Observatório Nacional, na centenária Luneta de 46cm, o maior telescópio refrator do Brasil.

 

Olhando para nossa casa: 30 anos do 'Pálido Ponto Azul'

15 de fevereiro - Auditório do Observatório Nacional (acesso pelas ruas General Bruce 586 e General José Cristino, 77, São Cristóvão, Rio de Janeiro)

16h: A missão Voyager e o Pálido Ponto Azul

Jorge Marcio Carvano

16h20: Exibição do episódio final da série Cosmos, de 2014, “Sem medo do escuro”

17h30: Mesa-redonda "Astronomia para uma Cidadania Global"

Daniela Lazzaro, astrônoma do ON, vice-presidente da União Astronômica Internacional
Mauro Meirelles de Oliveira Santos, especialista em Emissões de Gases de Efeito Estufa, MCTIC/PNUD
Sergio Besserman Vianna, especialista em Desenvolvimento Econômico Sustentável, História do Aquecimento Global e de Mudanças Climáticas

 

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