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REDE MAGNÉTICA NO OBSERVATÓRIO NACIONAL

Publicado: Quarta, 29 de Janeiro de 2020, 17h41 | Última atualização em Quarta, 12 de Fevereiro de 2020, 19h22
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 Uma das missões institucionais do Observatório Nacional é monitorar o campo geomagnético no território brasileiro. O Brasil possui uma localização privilegiada para estudos de geomagnetismo, já que há dois fenômenos de grande importância científica: o primeiro é a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS) e o segundo o eletrojato equatorial. Para realizar este monitoramento, o Observatório Nacional instala e mantém observatórios magnéticos, estações de repetição e estações magnéticas, seguindo padrões internacionais de alta qualidade dos dados.

Os observatórios magnéticos são locais onde o campo magnético da Terra é medido continuamente durante longos períodos, com grande precisão e de forma contínua.  Atualmente, o Brasil possui dois observatórios magnéticos: Vassouras (VSS), a 120 km da cidade do Rio de Janeiro, e Tatuoca (TTB), localizado em uma ilha em Belém (Pará). VSS opera quase sem interrupção desde 1915 (um dos observatórios mais antigos do mundo) e TTB funciona desde 1957. A longa série histórica de dados geomagnéticos coloca o Brasil em posição de destaque no cenário mundial. Ambos observatórios fazem parte da rede INTERMAGNET (International Real-time Magnetic Observatory Network), que é uma rede internacional de observatórios magnéticos que seguem padrões de qualidade de medição e transmissão de dados em tempo real. Atualmente, há dois observatórios magnéticos em construção no Brasil, sob responsabilidade do Observatório Nacional: Pantanal (MT) em colaboração com o SESC-Pantanal e Tefé (AM) em colaboração com o Instituto Mamirauá.

As estações de repetição funcionam como um complemento para o estudo da variação secular geomagnética1, já que a distribuição dos observatórios no Brasil ainda é escassa. Estas estações são locais fixos distribuídos por todo o Brasil, onde idealmente são feitas observações absolutas2 a cada cinco anos. Devido à vasta extensão territorial do Brasil, nem sempre é possível reocupar todas as estações dentro deste prazo. Atualmente, há mais de 1000 observações absolutas no Brasil distribuídas em 175 estações de repetição, sendo a primeira observação realizada em 1903 e a mais recente em outubro de 2019.

Há também estações magnéticas que diferem das estações de repetição por medirem continuamente a variação das três componentes do campo, mas não necessariamente registram os valores absolutos do campo. Normalmente, estas estações têm a finalidade de monitorar o campo geomagnético externo e induzido. Por exemplo, em 2019 o Observatório Nacional pretende instalar uma estação em Macapá (AP) para acompanhar o movimento do equador magnético (e seus fenômenos associados) no território brasileiro.

Para saber mais sobre estes fenômenos magnéticos no Brasil e sobre os observatórios magnéticos visite: http://observatoriosmagneticos.com.

1A Variação secular geomagnética corresponde a uma variação lenta (de décadas a centenas de anos) associada ao campo magnético gerado no núcleo externo da Terra.

2Observações absolutas são medidas do campo magnético da Terra em que se determinam os valores exatos, e não relativos, do campo.

 

  •  CARTAS MAGNÉTICAS 2010
  1. DECLINAÇÃO
  2. CAMPO TOTAL
  3. INCLINAÇÃO

 

  •  CARTAS MAGNÉTICAS 2015
  1. DECLINAÇÃO
  2. CAMPO TOTAL
  3. INCLINAÇÃO

 

  •  CARTAS MAGNÉTICAS 2020
  1. DECLINAÇÃO
  2. CAMPO TOTAL
  3. INCLINAÇÃO

 

Gere sua carta magnética:   daed.on.br/astro/linhas-de-forca
Créditos: Pesquisador Carlos Veiga

Determine as componentes do campo geomagnético em qualquer lugar do planeta: daed.on.br/astro/magnetismo-terrestre
Créditos: Pesquisador Carlos Veiga

Saiba mais: daed.on.br/astro
Créditos: Pesquisador Carlos Veiga

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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