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Equipe brasileira conquista 4 medalhas de ouro e uma de prata na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica

Publicado: Terça, 29 de Outubro de 2019, 19h21 | Última atualização em Quarta, 30 de Outubro de 2019, 14h11

O Brasil participou da XI Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA) e conquistou 4 medalhas de ouro e uma de prata. A competição aconteceu na cidade de Puebla, no México, de 20 a 26 de outubro, e reuniu 11 países. Os estudantes Bismarck Moreira, Caio Nascimento, Sarah Leitão e Fabrizio Melges conquistaram medalhas de ouro e a prata ficou com o estudante Gabriel Oliveira. Esta foi a 11ª vez que o Brasil participou da OLAA e, somando suas participações, tem 34 medalhas de ouro, 17 de prata e 4 de bronze.

O Observatório Nacional participa da OLAA porque integra a comissão da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), representado pelo pesquisador Eugênio Reis, que é o vice-coordenador nacional da OBA e responsável pela seleção e treinamento das equipes. A fase online da seleção dos estudantes aconteceu por meio de simulados e três provas na plataforma AstroEducadores, sob responsabilidade do ON. Depois, os estudantes tiveram que passar por provas presenciais e dois treinamentos seletivos até serem escolhidos para comporem a equipe.

“A participação dos estudantes brasileiros em competições de conhecimento internacionais como a OLAA ganhou um incentivo a mais com a criação recente de vagas diretas, nos vestibulares da Unicamp e da USP, para medalhistas olímpicos. Estes estudantes, agora, têm um incentivo para fazerem suas graduações no Brasil, contribuindo, com a sua ótima formação, para o crescimento da ciência brasileira”, analisa Eugênio.

A primeira OLAA ocorreu em 2009 no Brasil, durante o Ano Internacional da Astronomia. Esse é um evento que reúne professores e alunos de vários países da América Latina e a equipe brasileira sempre se destacou no quadro de medalhas, fazendo do Brasil o campeão de medalhas da OLAA. São realizados testes de conhecimentos em Astronomia e Astrofísica, o que também ajuda os jovens a aprimorarem a capacidade de trabalharem em conjunto com equipes internacionais, pois a provas de lançamento de foguetes e a prova teórica de grupo são realizadas com equipes necessariamente de estudantes de países diferentes. Além disso, desde a sua primeira edição, todos os países que participam da OLAA precisam, obrigatoriamente, enviar equipes mistas, compostas por meninos e meninas. Sob o lema "unir nações", o evento busca a cooperação das nações irmãs para aumentar as vocações científicas e a paixão pela astronomia nas novas gerações.

 

 

 

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